<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-23869363</id><updated>2012-02-16T09:56:04.336-02:00</updated><title type='text'>Testando Templates no BlogSpot</title><subtitle type='html'>Tudo na vida é passageiro, menos o motorista e o trocador.&lt;br&gt;&lt;a href="http://blogueteste.blogspot.com"&gt;&lt;strong&gt;http://blogueteste.blogspot.com&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://blogueteste.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23869363/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogueteste.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Norberto Kawakami</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JIiRO7oJ8PU/SVF4WTCbySI/AAAAAAAAAhw/AV58H5e15AY/S220/samiconbig.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>7</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23869363.post-114625377208849764</id><published>2006-04-28T16:47:00.000-03:00</published><updated>2008-07-09T17:00:43.251-03:00</updated><title type='text'>Testando o tema no blogspot</title><content type='html'>&lt;br /&gt;Uma das condições essenciais a toda profissão é a formalização dos saberes necessários à execução das tarefas que lhe são próprias. Ao contrário de vários outros ofícios que desenvolveram um corpus de saberes, o ensino tarda a refletir sobre si mesmo. Confinado ao segredo da sala de aula, ele resiste à sua própria conceitualização e mal consegue se expressar. Na verdade, mesmo que o ensino já venha sendo realizado há séculos, é muito difícil definir os saberes envolvidos no exercício desse ofício, tamanha é a sua ignorância em relação a si mesmo. Nesse sentido, é importante retomar certas idéias preconcebidas que apontam para o enorme erro de manter o ensino numa espécie de cegueira conceitual.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Basta conhecer o conteúdo.&lt;/strong&gt; Pensou-se, durante muito tempo, e muitos, sem dúvida, ainda pensam assim, que ensinar consiste apenas em transmitir um conteúdo a um grupo de alunos. Assim, acredita-se que quem sabe ler pode naturalmente ensinar a ler, quem sabe química pode facilmente ensinar essa matéria, que todo historiador pode facilmente se tornar professor de história, e assim por diante. Nessa perspectiva, o saber necessário para ensinar se reduz unicamente ao conhecimento do conteúdo da disciplina. Mas quem ensina sabe muito bem que, para ensinar, é preciso muito mais do que simplesmente conhecer a matéria, mesmo que esse conhecimento seja fundamental. Quem ensina sabe que deve também planejar, organizar, avaliar, que também não pode esquecer os problemas de disciplina, e que deve estar atento aos alunos mais agitados, muito tranqüilos, mais avançados, muito lentos, etc. Em suma, quem mergulha diariamente nesse ofício sabe muito bem que, apesar da grande importância de se conhecer a matéria, isso não é suficiente por si só. Pensar que ensinar consiste apenas em transmitir um conteúdo a um grupo de alunos é reduzir uma atividade tão complexa quanto o ensino a uma única dimensão, aquela que é mais evidente, mas é sobretudo negar-se a refletir de forma mais profunda sobre a natureza desse ofício e dos outros saberes que lhe são necessários. Numa palavra, o saber do magister não se resume apenas ao conhecimento da matéria.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Basta ter talento.&lt;/strong&gt; Muitos afirmam também que ensinar é apenas uma questão de talento. Isso se expressa na seguinte sentença que tanto se ouve: "Ou você sabe ensinar ou não sabe." É preciso dar razão à idéia de que o talento é indispensável ao exercício de qualquer ofício, e que sem talento todo desempenho torna-se limitado. Entretanto, seria um erro esquecer que o talento só não basta, que o trabalho e a reflexão que o acompanha constituem um suporte essencial. Basta observar o desempenho dos atletas ou dos artistas para se convencer disso. Falar de exercício, de trabalho e de reflexão sobre a sua própria ação é colocar em evidência a necessidade de praticar certas habilidades específicas e de refletir sobre sua própria ação a fim de fortalecer o talento. As práticas artísticas ou esportivas exigem técnicas e saberes particulares que, um dia, foram formalizados, ensinados e aprendidos. Além disso, o talento é coisa rara e as necessidades são abundantes na área da educação. Podemos limitar-nos, então, a confiar tal ofício apenas àqueles que possuem um talento especial para ensinar? Como dizia Dewey (1929), o problema daqueles que têm talento é que, tal como o tesouro de um faraó, eles o levarão consigo para o túmulo. Assim, reduzir essa atividade ao talento é, no fim das contas, privar a maioria daqueles que a exercem da contribuição dos resultados das pesquisas e, por conseguinte, da possibilidade de melhor atuar junto às mais diversas clientelas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Basta ter bom senso.&lt;/strong&gt; Muitos afirmam, e isso é veiculado regularmente através da imprensa falada e escrita, que já é tempo de mostrar um pouco mais de bom senso no campo da pedagogia. Isso supõe que o bom senso seja a coisa mais bem partilhada no mundo, e que só haja, conseqüentemente, um senso, ou seja, o bom. Ora, o que a modernidade, digamos, desde o século XIX, nos ensinou é precisamente que o senso é plural, que ele varia segundo as perspectivas, que pode ser discutido, que não existe bom senso em si mesmo, mas inúmeras variações do senso. Em outras palavras, visto que a educação é o lugar por excelência dos conflitos de valor e de perspectiva, visto que ela é o centro de nossas angústias coletivas, clamar pelo bom senso é forjar uma quimera, é querer um mundo unitário que não existe, que talvez nunca tenha existido ou que, no mínimo, não mais existirá. De fato, clamar pelo bom senso é simplesmente colocar em evidência, de maneira retórica, a sua própria posição e desqualificar a do outro, pois, quando os apóstolos do bom senso proclamam a sua necessidade, estão exigindo, na verdade, a adesão ao seu próprio ponto de vista em detrimento do de seus adversários. Mais insidiosa ainda é a idéia daí decorrente - também defendida por esse discurso em favor do bom senso - de que não há nada para se aprender no ensino, que qualquer um que dê provas de bom senso pode ser bem sucedido. Argumentar assim em favor do bom senso é insinuar que não existe nenhum conjunto de conhecimentos e de habilidades necessários ao exercício do magistério, e que basta simplesmente usar o seu discernimento, como se o discernimento não precisasse de conhecimentos em que se apoiar, como se o discernimento não passasse de lógica formal sem conteúdo. Argumentar assim em favor só do bom senso é realmente um despropósito, e até mesmo pura insensatez!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Basta seguir a sua intuição.&lt;/strong&gt; A intuição é uma imagem à parte do saber docente, pois se insere numa relação de negação do saber. De fato, seguir sua intuição implica, em última análise, ouvir as "mensagens" de sua consciência, arriscando-se a ir de encontro à sua própria razão. A intuição já foi definida como sendo "uma imagem sem pensamento". Assim, quando alguém tem a intuição de realizar um determinado gesto, está respondendo a uma espécie de comando interior, sem passar pela deliberação racional. Muitos sustentam até que a intuição é um guia mais seguro do que a razão. Esse ponto de vista, que nos vem diretamente da psicologia humanista, e sobretudo de sua versão "novaerista" transpessoal, esvazia uma série de problemas que não podem deixar de ser citados. Para sermos breves, ele chega a apresentar a possibilidade de reencontrarmos a nossa natureza profunda por meio do sobrenatural. Ora, depois da passagem de Freud, Marx e Nietzsche, grandes filósofos da dúvida, como é possível não desconfiar das mensagens provenientes do nosso interior? Como podemos não ficar inquietos diante das armadilhas invisíveis do inconsciente, da ideologia e do niilismo? Seguir a sua própria intuição é confundir a força da afirmação com a prova da verdade; é, no mais das vezes, abandonar todo senso crítico; é, em última análise, vender sua alma ao diabo, ou seja, sujeitar eventualmente a sua própria razão à de um guru supostamente esclarecido, geralmente muito próximo e carente de poder. Aqui também, essa idéia preconcebida impede o ensino de se expressar, adia indefinidamente o estabelecimento de uma reflexão contínua sobre os saberes que lhe são necessários. O desvelamento desses saberes necessários ao ofício de professor não se faz recorrendo ao nosso íntimo, mas, ao contrário, combatendo esse íntimo que, numa certa medida, nada mais é do que o reflexo de idéias preconcebidas. É preciso sair de si mesmo para se tornar pessoal; noutras palavras, é preciso tornar pública o nosso ofício privado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Basta ter experiência.&lt;/strong&gt; Também se ouve dizer, freqüentemente: "Ensinar se aprende na prática, errando e acertando". Essa afirmação está tão incrustada em quase todos os professores que, no estudo de Cormier, Lessard et all (1980), a grande maioria deles afirma ter aprendido a ensinar pela própria experiência, ao sabor dos erros e acertos. O saber experiencial ocupa, portanto, um lugar muito importante no ensino, como aliás em qualquer outra prática profissional. Entretanto, esse saber experiencial não pode representar a totalidade do saber docente. Ele precisa ser alimentado, orientado por um conhecimento anterior mais formal que pode servir de apoio para interpretar os acontecimentos presentes e inventar soluções novas. Por conseguinte, em sua prática, o docente não pode adquirir tudo por experiência. Ele deve possuir também um corpus de conhecimentos que o ajudarão a "ler" a realidade e a enfrentá-la. Sem querer denegrir as virtudes da experiência, basear a aprendizagem de um ofício unicamente na experiência não deixa de ser uma prática que custa extremamente caro, na medida em que isso significa deixar a cada docente o cuidado de redescobrir por si mesmo as estratégias eficazes, com o perigo de acumular sobre os alunos, durante um certo tempo, os efeitos negativos. No entanto, se nas outras profissões existem saberes a serem aprendidos como parte da formação, por que também não poderia ocorrer o mesmo com a educação? Por que não poderíamos encontrar no ensino saberes específicos que poderiam ser isolados, descritos, analisados, capitalizados e aprendidos num processo de formação? Advogar unicamente em favor da experiência é prejudicar a emergência do reconhecimento profissional dos professores, visto que se reconhece uma profissão principalmente pela posse de um saber específico formalizado e adquirido numa formação de tipo universitário.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;Basta ter cultura.&lt;/strong&gt; Outra maneira de manter o ensino na ignorância é, paradoxalmente, afirmar que a base do ensino é a cultura. Um professor culto seria o penhor da aprendizagem dos alunos. A cultura, no caso presente, a Grande Cultura, bastaria para se poder ensinar. Conhecer os clássicos permitiria, por não sei que mecanismo misterioso, ensinar bem. Em sua vida escolar, cada um de nós se recorda, com certeza, de um ou mais professores que eram a própria imagem da cultura que vai pouco a pouco se revelando e enfeitiçando. Gusdorf (1963) cita Bergson; Pontalis (1986) fala de Sartre; muitos seguiram os ensinamentos de Michel Serres. Todos monstros da cultura. São certamente grandes pedagogos, se considerarmos que a atuação deles subjuga o público, mas são antes de tudo pensadores excepcionais que lecionam na universidade. Enquanto não soubermos um pouco mais sobre o funcionamento real das referências culturais na atividade de ensino, não poderemos afirmar que elas sejam suficientes. Tal como se dá com o conhecimento da disciplina, o saber cultural é essencial no exercício do magistério, mas tomá-lo como exclusivo é mais uma vez contribuir para manter o ensino na ignorância.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23869363-114625377208849764?l=blogueteste.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogueteste.blogspot.com/feeds/114625377208849764/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23869363&amp;postID=114625377208849764' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23869363/posts/default/114625377208849764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23869363/posts/default/114625377208849764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogueteste.blogspot.com/2006/04/teste-para-pretinha.html' title='Testando o tema no blogspot'/><author><name>Norberto Kawakami</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JIiRO7oJ8PU/SVF4WTCbySI/AAAAAAAAAhw/AV58H5e15AY/S220/samiconbig.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23869363.post-114504347411784025</id><published>2006-03-14T16:37:00.000-03:00</published><updated>2006-04-28T17:05:24.173-03:00</updated><title type='text'>Título do Post é Aqui</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Divulgar um boato pela internet parece ser simples. Principalmente se for por e-mail e contiver frases alarmistas do tipo &lt;i&gt;"muita gente ignorou o fato e acabou morrendo..." &lt;/i&gt;e por isso justificando que &amp;eacute; l&amp;iacute;cito passar tal mensagem para a maior quantidade de pessoas poss&amp;iacute;vel.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O fato &amp;eacute; que na maioria das vezes a pessoa que recebe a mensagem n&amp;atilde;o se d&amp;aacute; ao trabalho de checar a veracidade do relato, mesmo porque isso &amp;eacute; por vezes dif&amp;iacute;cil de fazer.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Mas na maioria das vezes &amp;eacute; por pura pregui&amp;ccedil;a mesmo. &amp;Eacute; mais f&amp;aacute;cil clicar no bot&amp;atilde;o "Encaminhar" e pronto. Uma enxurrada de mensagens in&amp;uacute;teis v&amp;atilde;o para as caixas dos destinat&amp;aacute;rios...&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Vou colocar aqui uma s&amp;aacute;tira a essas mensagens, mas se voc&amp;ecirc; for um novato na internet, se prepare! Isto &amp;eacute; apenas uma cr&amp;iacute;tica bem humorada, &lt;b&gt;N&amp;Atilde;O LEVE A S&amp;Eacute;RIO!!!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;b&gt;Novo golpe na pra&amp;ccedil;a&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Isso n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma brincadeira! Est&amp;atilde;o usando um novo golpe, envolvendo cart&amp;otilde;es eletr&amp;ocirc;nicos, nos caixas dentro de lojas de conveni&amp;ecirc;ncia! Passe essa mensagem para o maior n&amp;uacute;mero de pessoas que voc&amp;ecirc; puder!&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A quadrilha age da seguinte forma: primeiro, voc&amp;ecirc; recebe uma chamada em casa. A pessoa se identifica como sendo um funcion&amp;aacute;rio da companhia de g&amp;aacute;s, e pede para voc&amp;ecirc; ir &amp;agrave; cozinha e acender todas as bocas do fog&amp;atilde;o simultaneamente. Quando voc&amp;ecirc; faz isso, eles dizem que constataram um vazamento perigoso por meio da rede e que o conserto dever&amp;aacute; ser efetuado at&amp;eacute; o final do dia. Para isso, o t&amp;eacute;cnico ir&amp;aacute; precisar de seu cart&amp;atilde;o de banco ou de cr&amp;eacute;dito para limpar as obstru&amp;ccedil;&amp;otilde;es na tubula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do g&amp;aacute;s. Pede para voc&amp;ecirc; deixar imediatamente o seu cart&amp;atilde;o em frente a sua casa (ou edif&amp;iacute;cio), pr&amp;oacute;xima a uma &amp;aacute;rvore ou arbusto, at&amp;eacute; que o servi&amp;ccedil;o seja conclu&amp;iacute;do o cart&amp;atilde;o n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; devolvido.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Desavisada, a v&amp;iacute;tima n&amp;atilde;o acha estranho deixar o cart&amp;atilde;o na cal&amp;ccedil;ada, previamente preparada. Enquanto isso, esquilos treinados descem da &amp;aacute;rvore por um tubo, e decoram os n&amp;uacute;meros do cart&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito. Eles tamb&amp;eacute;m gravam a assinatura no verso de uma placa cuidadosamente preparada com palha e saliva. Depois, lambem a tarja magn&amp;eacute;tica do cart&amp;atilde;o e, sutilmente, o devolvem por baixo de sua porta. Sem saber de nada, a v&amp;iacute;tima fica feliz em receber o cart&amp;atilde;o, mas j&amp;aacute; &amp;eacute; tarde demais.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Outros integrantes do bando, altamente treinados, ligam para sua casa identificando-se como funcion&amp;aacute;rios da empresa de cart&amp;otilde;es de cr&amp;eacute;dito (ou do seu banco) e solicitam que voc&amp;ecirc; passe a l&amp;iacute;ngua na tarja magn&amp;eacute;tica de seu cart&amp;atilde;o para um teste de rotina.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Desavisada, a pessoa cai em um sono profundo causado por uma enzima presente na saliva dos esquilos. Ao acordar, a v&amp;iacute;tima sente um forte gosto de peixe na boca. O sabor persiste por dias, deixando a v&amp;iacute;tima sem esperan&amp;ccedil;a de ter seu paladar de volta.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Por meio de uma mala direta, a v&amp;iacute;tima &amp;eacute; informada sobre um novo "spray" para o h&amp;aacute;lito que est&amp;aacute; sendo vendido pelo telefone. Sem a menor suspeita de que est&amp;atilde;o sendo enganadas, e j&amp;aacute; desesperadas com o gosto de peixe que n&amp;atilde;o parece diminuir, a maioria das pessoas acaba por ligar para solicitar o tal produto. &amp;Eacute; neste momento que a trapa&amp;ccedil;a ocorre.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Ao receber a encomenda, a v&amp;iacute;tima rompe o lacre da embalagem libertando &amp;aacute;caros - especialmente criados em laborat&amp;oacute;rio - que v&amp;atilde;o aliciar os j&amp;aacute; existentes em sua casa e instru&amp;iacute;-los a roubar seus cigarros.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Fora de controle, a v&amp;iacute;tima procura em v&amp;atilde;o seu ma&amp;ccedil;o de cigarros (j&amp;aacute; em poder dos meliantes) at&amp;eacute; decidir ir a uma loja de conveni&amp;ecirc;ncia comprar mais. Mas "eles" j&amp;aacute; est&amp;atilde;o l&amp;aacute;, disfar&amp;ccedil;ados de frentistas do posto e balconistas.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Na loja, avisam que o ar-condicionado da loja est&amp;aacute; quebrado e pedem a ajuda da inocente v&amp;iacute;tima para apertar uma s&amp;eacute;rie de bot&amp;otilde;es coloridos e luminosos, enquanto um dos funcion&amp;aacute;rios parece manejar ferramentas dentro do aparelho, nos fundos da loja.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Completamente cega e hipnotizada, a v&amp;iacute;tima tem suas roupas amassadas e seu cabelo desarrumado. Demais integrantes da quadrilha sujam a pessoa com chocolate e batom, deixando-a deitada de costas no ch&amp;atilde;o da loja de conveni&amp;ecirc;ncia.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Ao sair do transe, a v&amp;iacute;tima constata seu estado e na maioria das vezes foge desesperada deixando para tr&amp;aacute;s seu dinheiro e tal&amp;atilde;o de cheques.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;Eacute; preciso muito cuidado. Casos semelhantes j&amp;aacute; ocorreram com deficientes visuais, que receberam malas diretas, em Braille, solicitando que se passasse os dedos na superf&amp;iacute;cie de um cart&amp;atilde;o anexo. Este transfere digitais novas para os dedos da v&amp;iacute;tima, sem que ela saiba. Depois, integrantes do bando roubam bancos e reparti&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas usando luvas com digitais, incriminando os pobres ceguinhos.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Fique atento e envie esta mensagem para todas as pessoas que puder!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23869363-114504347411784025?l=blogueteste.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogueteste.blogspot.com/feeds/114504347411784025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23869363&amp;postID=114504347411784025' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23869363/posts/default/114504347411784025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/23869363/posts/default/114504347411784025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogueteste.blogspot.com/2006/03/ttulo-do-post-aqui.html' title='Título do Post é Aqui'/><author><name>Norberto Kawakami</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_JIiRO7oJ8PU/SVF4WTCbySI/AAAAAAAAAhw/AV58H5e15AY/S220/samiconbig.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-23869363.post-114376762932133913</id><published>2006-02-02T22:13:00.000-02:00</published><updated>2006-04-28T17:05:47.943-03:00</updated><title type='text'>Tô testando esse negócio de w.bloggar</title><content type='html'>&lt;i&gt;&lt;b&gt;blogando com o w.bloggar...&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' 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